Hoje fiz algo que há muito não via e sentia. Acordei sem hora e nem despertador. Liguei o computador, mas dessa vez foi só pra ouvir aquele disco do Lenine que por falta de tempo estava abandonado desde o dia do download. Mesmo assim fiquei na cama, ouvindo o som, curtindo preguiça e aquela dorzinha gostosa que só sente quem fica deitado mais do que o normal. A rotina, repetição, obrigação e a prestação… elas matam a vida e consomem o presente de forma implacável. Quanto mais dias se conta, menos dias se tem. Mas que venha o seguinte, até mesmo porque o que já foi não oferece mais nada de bom além de análises e narrativas nostálgicas.
Nesses dias de hoje, de ontem e provavelmente amanhã: “A vida é tão rara…”